Transformação Compreensiva

As iniciativas “ágeis por mandato” puramente orientadas para a gestão, de cima para baixo, desmoronaram-se por diferentes razões.

Você pode adotar um modelo de mudança organizacional como Kotter ou ADKAR. Isso lhe dará uma sólida base filosófica para a mudança organizacional, mas nenhum conselho concreto sobre como mover a agulha.

Para evitar o padrão “nós tentamos, não o fizemos”, a transformação ágil tem que ser impulsionada por preocupações de negócios, e todas as partes da organização envolvidas nessas questões de negócios precisam ser transformadas em conjunto, com a devida atenção as restrições organizacionais e desafios do mundo real.

Você pode adotar uma estrutura para “dimensionar ágil”, como SAFe, LeSS ou etc. Isso lhe dará uma visão do sistema alvo de entrega, mas novamente nenhum conselho concreto sobre como mover a agulha. Tais estruturas definem um sistema de entrega, mas nenhum sistema de transformação. Da mesma forma, o Método Kanban fornecerá ferramentas e métricas para ajudá-lo a descobrir oportunidades de melhoria na organização, mas não inclui nenhum conselho concreto sobre como realizar essas melhorias.

O sistema de transformação é projetado especificamente para orientar a mudança, em vez de definir um modelo operacional de estado final. Ao mesmo tempo, precisamos ter um modelo bem definido que suporte nossos objetivos de negócios desejados.

As apostas de alguns agilistas famosos é o modelo de Fluência Ágil introduzido pela primeira vez em 2012, por James e Diana Larsen que reconheceram um problema naquela época que ainda persiste hoje — há muitas organizações em que as transformações do Agile falham ou, no mínimo, não fornecem os benefícios esperados quando começaram a jornada ágil.

James e Diana observaram que as equipes ágeis se desenvolvem através de quatro estágios distintos de fluência: foco de valor (Focusing), entrega de valor (Delivering), otimização de valor (Optimizing) e otimização de sistemas (Strengthening), cada uma com seus próprios benefícios, proficiência exigida e principais métricas.

Ofereceram isso como uma maneira de pensar e planejar investimentos para criar as condições do Agile que melhor se adequem ao seu esforço de desenvolvimento, necessidade e valor para o cliente.

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Suzyanne Oliveira

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